Em entrevista ao Jornal do Piauí nesta sexta-feira (11), o candidato a senador Tiago Junqueira (PL), afirmou que o país vive uma “pré-ditadura” e “falsa democracia” ao criticar à atuação do Judiciário. Neste sentido, disse que, caso eleito, defenderá o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Alexandre de Moraes está rasgando a Constituição dia sim, dia não. O que ele está fazendo com o ex-presidente Bolsonaro é pura perseguição política contra alguém que não cometeu nenhum crime e que está completamente censurado, inclusive nas redes sociais, sem poder receber visitas ou dar entrevistas”, disparou.
“Temos três senadores, sendo que dois deles são candidatos à reeleição. Não vemos nenhum posicionamento deles no sentido de cobrar do presidente do Senado que paute o impeachment de Alexandre de Moraes, que está lá engavetado. Então, meu amigo, chegando lá, eu quero ser o primeiro a assinar essa lista”, completou.
Empresário ligado ao agronegócio piauiense, Junqueira explicou que sua entrada na disputa eleitoral se deu pelo descontentamento com a situação política local e nacional. “Temos de ser bons da porteira para fora e entender que a política afeta diretamente o nosso cotidiano”, disse.
“Por isso me coloquei à disposição do PL nacional, o partido do Bolsonaro. Aceitei a missão de sair da zona de conforto, dos grupos de WhatsApp e das redes sociais, onde só ficamos reclamando por mudança. Espero que essa minha atitude incentive outras pessoas do setor privado a fazerem o mesmo daqui para frente”, enfatizou.
Durante a entrevista, o candidato a senador reforçou as críticas a à política econômica e tributária executadas pela atual gestão do presidente Lula e endossou as propostas do presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro, para a redução dos gastos públicos e dos impostos.
“O Flávio tem dito que vem com o "tesouraço" e o "revogaço" a partir do momento em que assumir em janeiro, reduzindo tributos. Quem não se lembra do governo Bolsonaro, quando ele zerou impostos de medicamentos e combustíveis mesmo enfrentando uma pandemia? Hoje está muito fácil comparar”, argumentou.
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Fonte:Cidadeverde.com


